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todas as manhãs do mundo

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Em Contextos

Hoje
te observo com os olhos
de ontem.
O chão: uma chuva constante das partes.

Foi um dia longo e úmido e me recordo aos poucos
do alpendre que desmoronou no jardim, levando lascas de tinta da parede.
Agora a noite ele se desfaz em porções de barro.
Em respiros que prendem
uma história na outra.


Postado por Joana Ferraz às 21:45
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