Sua mão no meu rosto, por exemplo. Ou sua voz no meio da noite contando alguma coisa deliciosamente desimportante. (...) São poucas coisas. Fechar os olhos segurando a mão de alguém é, as vezes, imprescindível para não morrer em sonho.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Carta
Sentada a sua frente eu me encontro. Tenho o tempo que preciso, para achar
um tom que seja adequado, um ritmo próprio. Um tema.
Mas apenas deito a cabeça em teu colo. Não existe começo para essa história.
Seguro firme uma parte da tua roupa, para que não te levem
enquanto me distraio e durmo.
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