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todas as manhãs do mundo

domingo, 17 de fevereiro de 2013

escrevendo a esmo

Breu.
Uma conversa minúscula encravada na dobra da pálpebra impede de fechar os olhos.
Colisão e destroços desse acidente de palavras na madrugada. 
Figuras escondidas embaixo das unhas.
Nas costas de um rinoceronte. Um deserto.
Eis que cospem um corpo desvairado e sem lonjuras de si.
Postado por Joana . f às 18:48
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