Porque às vezes eu sinto esse vazio bem grande.
É de não ter um dia depois do hoje. E de não saber, quando está longe, o que existe.
Às vezes as águas se criam dentro de mim. Meus movimentos as transformam em maremotos. Sinto tempestades e tenho medo. Invento ondas maiores do que eu.
Me afogo em águas preparadas cuidadosamente pelos meus temores. A cada minuto.
Tem cinco dias que ando em círculos nesse jardim.
Queria que sumisse.